19 Jun 2012

exrcício físico x depressao

A atividade física no combate à depressão


“Depressão, o mal do século”. Já ouviu ou leu esta frase antes? Provavelmente sim. Depressão é um assunto bastante comentado na mídia e em bate-papo entre as pessoas. Diz-se que ela é uma doença e que alguns de seus sintomas são: humor deprimido a maior parte do tempo, perda de interesse por atividades antes prazerosas, perda ou aumento de peso, fadiga, baixa-autoestima, sentimentos de inadequação, etc. Conforme se diz na rua: o depressivo perde o interesse pela vida, se isola em casa, perde a vontade até de tomar banho, tem vontade de sumir, entre outros. No entanto, saiba que para o diagnóstico de depressão, segundo critérios formais usados por médicos e psicólogos, é necessário uma quantidade específica de sintomas e, além disso, que eles façam parte da vida da pessoa por um tempo determinado também. Isto é, ficar triste uma vez ou outra na vida não significa que você é doente. Para quem recebe o diagnóstico de depressão, existe o tratamento medicamentoso e o psicoterapêutico, um ou outro, ou ambos juntos dependendo do caso. Vários estudos, contudo, têm apresentado a atividade física como mais uma maneira eficaz de lutar contra esse problema. Vamos entender um pouco mais sobre depressão e, assim, ficará fácil entender como o exercício físico age sobre ela.
Primeiramente, vale dizer que nós, Psicólogos Analistas do Comportamento, não entendemos a depressão como uma doença que assombra o ser humano. Quando falamos em “mal do século” parece que a sombra, o castigo fantasmagórico da peste negra medieval paira sobre nós, mas não estamos mais na idade média para pensar dessa maneira. Que esperança esse tipo de ideia dá para as pessoas? Nenhuma. É essa forma de encarar as coisas que pode fazer com que as mudanças necessárias para evitá-las não ocorram. O ser humano tem o dom da superação. Nossa história é prova disso. Nós compreendemos a depressão como um rótulo que se dá para um conjunto de comportamentos e que esse rótulo padronizado funciona para facilitar um tratamento também formatado. Como não concordamos com isso, por razões científicas e clínicas, tomamos outro caminho.
Os “sintomas” da depressão são comportamentos, como quaisquer outros. Esses comportamentos ocorrem e são mantidos por alguma razão. Eles têm uma função na vida das pessoas. Pensem comigo: uma pessoa é depressiva por que é sempre triste, ou ela é sempre triste por que é depressiva? Nem uma e nem outra coisa. Como dizia o psicólogo norte-americano Skinner, as pessoas ficam tristes porque algo de ruim acontece com elas. A tristeza não é apenas coisa da cabeça. E quando isso ocorre elas agem: uns se levantam, ou seguem adiante, outros se recolhem. A atividade física, no meu consultório, é “receita” comum como complemento ao tratamento psicoterapêutico. Por que? Porque ela é, simplesmente, a oferta de um mundo diferente. É um contexto positivo para as pessoas e suas buscas, para que elas exercitem novos comportamentos e alterem de modo salutar aquilo que julgam necessário mudar em suas vidas. Prático assim.
Ficar em casa chorando é o mesmo que não estar na rua sorrindo, então uma hidroginástica junto com um grupo animado pode proporcionar alegria, novas amizades, sensações físicas de bem-estar, alterar as perspectivas em relação aos problemas da vida. Comer, engordar e se achar menos atraente que os outros, ou não comer e ficar muito magro significa a mesma coisa que não estar em forma e radiante, por isso, uma caminhada, correr, malhar é também uma maneira de não ter mais um motivo para sofrer.
Você pode ler os outros artigos que publiquei e entender ainda mais os benefícios psicológicos da atividade física para todos nós. O exercício também produz uma série de reações fisiológicas positivas que afetarão o cérebro combatendo a depressão. Mas, aqui, o que mais frisamos é como o exercício físico é exatamente o oposto dos sintomas da depressão. Estar deprimido é, simbolicamente, diminuir, se retrair. O “esporte” é, da mesma forma, superar, crescer, se expandir.
A vida social do deprimido entra em processo de quase extinção, uma vez que ou ele se isola, ou acaba se utilizando do encontro com os colegas para desabafar, falar de suas tristezas e dores. Muitas pessoas se afastam de gente que ESTÁ assim, por não saber como ajudar. Por isso é muito importante o papel do psicólogo esportivo no trabalho em conjunto com profissionais da Educação Física e do Esporte; e pela mesma razão o trabalho destes profissionais é tão importante para o psicólogo: saber identificar as necessidades das pessoas; as que precisam de um pouco mais de incentivo, ou um pouco menos ou mais de exigência, de um papo leve e um ambiente alto astral. Esse é o diferencial de um profissional em qualquer área. Isso é uma característica de um líder. Ao mesmo tempo em que, no consultório, o psicólogo comportamental ajuda a pessoa a sair de casa e se colocar diante das situações, ele também precisa que essas situações sejam relativamente favoráveis, entendem onde quero chegar?
Durante o treino não há muito espaço para lamentar, é preciso se concentrar na bola que vem chegando e na “tacada” certa. É mais difícil pensar em coisas ruins da vida externa quando precisamos contar quantas vezes estamos subindo e descendo uma barra com pesos, dando braçadas numa piscina, ou quando precisamos defender um golpe no tatame. Na academia que frequento toca música animada, geralmente tem pessoas sorrindo, os professores são gentis e em várias paredes está escrito: “LUGAR DE GENTE FELIZ”.
Não afunde nas sombras das lembranças, não ajoelhe diante do caos, não tenha esperança em encontrar o desespero. Lute!!! Saia da cama. “Mas, Maurício, e se eu sair para beber?” Bom, o que a bebida faz com nossa cabeça? Relaxa nosso nível de consciência, entre outras coisas. O que isso tem de diferente de ficar deitado, dormindo por horas? Nada. Você obterá um alívio momentâneo e correrá o risco de ficar pior. Não se renda. Você pode ficar muito maior que seus problemas, pois tenho certeza que, no fundo, você já É assim. Além de toda alegria e autoestima, o exercício físico pode nos proporcionar saúde e beleza. Será que vale a pena?

EXERCITE-SE!!!

musculaçao feminina

Modelando o corpo feminino – Treinamento Resistido com pesos + Aeróbio


A maioria das mulheres que me procuram para um trabalho personalizado quer emagrecer e tonificar ou aumentar pernas e glúteo, não esquecendo é claro do abdômen. Primeiro tenho que identificar a formação corporal da cliente, muitas vezes para conseguir dar o visual de uma cintura modelada é necessário aumentar o volume do glúteo e das coxas, em outras apenas reduzir a circunferência abdominal e tonificar glúteo e coxas. Converse com seu personal ou instrutor para identificar qual é a sua formação corporal e assim poderá dar um rumo correto em seus treinos.
Vou dar um exemplo básico de como podemos realizar um treinamento focando os objetivos citados acima.
Todos dias deve iniciar o treinamento com um trabalho aeróbio de intensidade média:
- 5 minutos de Bike
- 5 minutos de Esteira
- 5 Minutos de Eliptico ou Step
Alongamentos leves, não focar no aumento da flexibilidade.

TREINO COM PESOS (Treine forte buscando sempre a execução correta, nunca acabe um treino sentindo que poderia realiza-lo tudo novamente).

Caso necessite ou deseje reduzir gordura, realizar todos os dias um trabalho aeróbio de baixa intensidade:
- 10 minutos de Bike
- 10 minutos de Esteira
- 5 minutos de Eliptico ou Step

Alongamentos moderados a forte, focando flexibilidade e relaxamento.

Sugiro um treinamento com a seguinte distribuição e a organização dos exercício fica a critério dos profissionais dos locais onde realizam os treinos.

Segunda-feira: Aeróbio + Pernas, Glúteo (1 exercício) e Panturrilha + Aeróbio (opcional).
Terça-feira:  Aeróbio + Peito, Costas e Abdômen + Aeróbio (opcional).
Quarta-feira: Aeróbio + Ombro, Bíceps e Tríceps + Aeróbio (opcional).
Quinta-feira: Aeróbio + Pernas,  Glúteo (1 exercício, diferente do de segunda) e Panturrilha+ Aeróbio (opcional).
Sexta-feira: Aeróbio + Peito, Costas e Abdômen + Aeróbio (opcional).
Sábado: Aeróbio + Ombro, Biceps e Triceps + Aeróbio (opcional).

Espero que tenham gostado, um grande agraço e até o próximo post!

abdominais 2

Sobrecarga para músculos abdominais, tempo de descanso e mitos


Olá pessoal tudo bem com vocês?
Fico muito feliz que gostaram dos artigos anteriores e vamos dar continuidade seguindo esta mesma linha.
Hoje a dica é sobrecarga abdominal. Vejo muitas pessoas nas academias da vida, falando e fazendo muitos exercícios abdominais e grande quantidade volume de repetições e até mesmo variedade de exercícios, porém os músculos trabalhados são os mesmos. Devemos pensar sempre em volume, intensidade e muito importante no processo de treino ordem, execução e tempo de recuperação, que varia muito de pessoa para pessoa e objetivos específicos.
Se você quer dar uma sobrecarga e ganhar músculos abdominais a dica de hoje é:
 - Tempo de descanso: Quanto menor o intervalo, menos CP e ATP serão repostos e, consequentemente, haverá menos energia disponível para realizar a próxima série. Se o intervalo é muito curto, a energia necessária para realizar a próxima série será suprida pelo sistema do ácido lático (AL). O problema desse sistema de energia é o acúmulo de ácido lático no músculo exercitado, levando à dor e à fadiga, prejudicando o treinamento. É nos intervalos, não durante o trabalho, que o coração bombeia o maior volume de sangue para o músculo exercitado. Um intervalo muito curto de descanso diminui a quantidade de sangue que chega ao músculo treinado e, sem esse suporte de combustível quem é o oxigênio, o atleta não terá energia para completar a sessão de treinamento. Um intervalo mais longo é necessário para combater o acúmulo excessivo de ácido lático.
Uma série de fatores influencia a duração apropriada do intervalo entre séries, incluindo:
  • Tipo de força trabalhada.
  • Magnitude da carga.
  • Velocidade de contração.
  • Número de grupos musculares treinados na sessão.
  • Nível de condicionamento.
  • Tempo de recuperação entre as sessões.
  • Peso do atleta (atletas mais pesados, com músculos maiores, geralmente se recuperam mais lentamente do que atletas menores).
Sugestão de Intervalo:
- Um intervalo de 30 segundos restaura aproximadamente 50% do ATP/CP depletado
- Um intervalo de 3/5 minutos ou mais proporciona a restauração de todo o ATP/CP.
- Após treinar até a exaustão, um intervalo de 4 minutos não é suficiente para eliminar o ácido lático do músculo exercitado ou para restabelecer as reservas de glicogênio.
Fuja dos mitos.
Mito 1 – Só apenas com exercícios abdominais consigo eliminar a minha barriga.
Mito 2 – Fazer centenas de repetições de exercícios abdominais achando que está abalando.
Mito 3 – Trabalhar exercícios abdominais todos os dias para dar resultados mais rápidos.

Dicas de exercícios (quando trabalhado no mesmo dia, se não usamos outras formas de prescrição, dividido por área trabalhada separadamente).

1. Abdominal Grupado com Corda

Músculos Envolvidos: Reto Abdominal, Oblíquo Externo e Serrátil Anterior.

2. Inclinação Lateral com Cabo.

Músculos Envolvidos:  Oblíquo Externo e Tensor da Fáscia Lata e quadrado lombar.

3. Elevação de Pernas com Corpo Inclinado

Músculos Envolvidos: Reto Abdominal, Reto Coxa, Oblíquo Externo e Ilíopsoas.

Fonte: Treinamento de Força Consciente (Estratégias para ganho de Massa Muscular), editora Phorte.
Ilustrações: Nick Evans, Anatomia da Musculação.

benefícios das horas de sono

Dormir bem = perder gordura e ganhar massa magra


Que para emagrecer você precisa comer menos e se exercitar mais você já está cansado de saber, aliás, isso até parece ser um dos 10 mandamentos.
Mas, e o seu sono, como anda?
Dormir bem e às 8 horas diárias também é fundamental para que haja uma perda de gordura e ganho de massa magra. É eu disse: PERDA DE GORDURA e GANHO DE MASSA MAGRA galera…
O sono é uma necessidade subestimada na sociedade atual, gastamos horas de sono trabalhando mais, procurando entretenimento na televisão, videogames, computador e assim, buscando cada vez mais a “vida noturna”. Assim, passamos os dias a base café, energéticos e medicamentos que reduzem o sono.
Antes da era digital o axioma era “dormir cedo e acordar cedo faz um homem saudável, rico e sábio”. E por que mudamos isso, sabendo que a melhor opção para o nosso físico, para a nossa mente e para a nossa saúde?
Muitos estudos vem demostrando que a privação de sono traz resultados como, função cognitiva reduzida (pensar), alterações hormonais, mudanças negativas na pressão sanguínea, diminuição da sensibilidade a insulina e por ai vai…
A privação do sono aumenta a obesidade e os riscos associados a ela, como o risco de síndrome metabólica que inclui mudanças negativas para a saúde cardiovascular e alterações nos hormônios que promovem o armazenamento de gordura.
Estudo realizado pela American Heart Association investigou os efeitos de um curto período de sono com a ingestão de alimentos, confirmando que pessoas que ficam acordadas por mais tempo tendem a ser mais sedentárias durante essas horas de vigília e aumentam sua ingestão alimentar, principalmente com alimentos calórico, ricos em carboidratos e gorduras.
Outro estudo relacionado à massa magra, mostrou que o “estresse” em perder o sono pode ser catabólico, ou seja, pode quebrar a massa magra já existente em seu organismo. Outra explicação dada é que o sono promove processos anabólicos, permitindo assim, que o músculo seja mantido ou aumentado quando o descanso é obtido.

Portanto, afaste-se do mundo high-tech… esqueça lipoaspiração, cirurgias bariátricas, inibidores de apetite, medicamentos e vá dormir.

abdominais


 

Abdominal com elevação dos joelhos


Modo de execução: Sente-se na extremidade de um banco. Com as pernas a pender e os joelhos ligeiramente dobrados, agarre o banco. Eleve os joelhos na direcção do peito, mantendo as pernas juntas. Faça as pernas regressarem à posição inicial e repita o movimento.
Músculos trabalhados com a abdominal mais ênfase: Primário: reto do abdómen
Secundários: oblíquos, flexores do quadril (iliopsoas, reto femoral)
Particularidades do exercício: Durante o exercício, mantenha os pés juntos e os joelhos ligeiramente dobrados. Incline-se ligeiramente para trás de maneira a que o torso faça um ângulo de 45 a 60º com o banco.
Levante os joelhos até que as coxas praticamente toquem o abdómen. Ao abaixar as pernas, pare antes que os calcanhares toquem o chão, de modo a manter a tensão nos músculos. Pode aumentar a resistência do exercício se segurar um pequeno haltere fixo entre os tornozelos.

8 Nov 2011

Comer bem, comendo fora


Especialistas dão dicas para garantir uma alimentação nutritiva quando for comer fora de casa

Comer bem, comendo foraA tradicional cena da família sentada ao redor da mesa partilhando junta a refeição pode ser considerada peça de museu na cidade grande. Com a correria de trabalho, estudo, responsabilidades a resolver, a grande maioria comemora quando consegue sentar e almoçar decentemente. Muitos fazem um lanche rápido, em pé, entre uma ocupação e outra – quando comem. Se comer fora com qualidade não é fácil, para vegetarianos e veganos vira um desafio. Como explicar que não dá para fazer queijo quente na chapa em que foi feito um misto quente minutos antes? Como fazer entender que cozinhar o feijão com porco – mesmo tirando depois – significa colocar carne na comida?

Depois de superados esses obstáculos, surge outro, de grande importância: como ter uma alimentação equilibrada, que garanta boa saúde, comendo fora? Apesar de o tema parecer complexo, a saída, às vezes, pode ser mais simples do que aparenta.

Mudança de hábitos

Quando a pessoa não está se alimentando bem, percebe que não tem uma dieta rica, variada, que alcance todos os grupos necessários para uma refeição, o primeiro passo é pensar em mudar os hábitos. O nutricionista George Guimarães recomenda pesquisar melhor para encontrar um restaurante ou lanchonete que mais se adapte às suas necessidades. “Às vezes a pessoa está tão presa aos hábitos, comendo em um lugar em que acostumou, que nem imagina que pode ter um local melhor, há duas quadras dali.”

Se a procura não deu resultado, a dica do nutricionista é considerar a possibilidade de levar parte da refeição de casa. “A tendência das pessoas é levar marmita ou comer fora. Mas tem o meio-termo”, alerta George. Como exemplo, ele cita que é possível comer a salada do restaurante por quilo e levar macarrão com tofu. Outra dica é levar a sobremesa, que pode ser uma fruta.

George chama atenção para um detalhe importante, que geralmente não é considerado e pode fazer toda diferença para quem vai levar comida de casa: o recipiente. “O saquinho às vezes estoura, faz sujeira e a pessoa acaba desistindo. Além do lixo que gera.” Nesse caso, a ideia é carregar a refeição em um pote plástico ou de vidro pequeno, que preserva o alimento.

Quebra de paradigmas

Já que é para pensar em mudar os hábitos por uma saúde melhor, por que não reconsiderar a refeição principal? Essa é outra ideia do nutricionista para harmonizar as necessidades do cotidiano com uma dieta equilibrada. “Para a maior parte das pessoas, o almoço é a refeição principal. E se tiver que mudar isso?”, questiona, destacando que não é porque sempre foi assim que não pode mudar.

Uma opção é fazer do café da manhã a principal refeição, com uma alimentação reforçada. “Comer mais de manhã, fazer um lanche à tarde e jantar melhor”, sugere George. Nessa mudança, um cuidado: não é para não almoçar ou fazer uma refeição de baixa qualidade. A proposta é diminuir a quantidade de comida, considerando que o almoço não precisa ser a maior refeição do dia, se conseguir distribuir o volume nas outras.


Quem diminui a quantidade de almoço pode fazer um lanche reforçado no meio da tarde. “Fica fácil tomar leite de soja com fruta. Basta levar o leite em pó e pedir no restaurante ou na copa para bater com a fruta”, sugere George.

“Cerca de 80% a 90% das pessoas que atendo comem em restaurantes”, avalia a nutricionista Astrid Pfeiffer. Considerando esse universo, ela aponta um erro comum que acaba sendo prejudicial para a refeição de quem come em self service, que é começar a pegar comida sem observar o que há disponível.

Por isso, a primeira dica de Astrid é olhar o bufê inteiro, verificando o que há de salada, legumes, frutas e pratos quentes. “Depois a pessoa vai se servir, porque muitas vezes segue direto para o prato principal, colocando batata frita, esfiha e enchendo o prato com muita gordura; sobra uma quantidade pequena para saladas, legumes e frutas.” Essa atitude impede de manter a quantidade ideal de cada grupo de alimento nas refeições.

Quem não consegue almoçar – ou optou por escolher outra refeição como principal – pode fazer um lanche reforçado. Pão integral, tofu grelhado ou pasta de tofu, alface, rúcula, cenoura ralada. Quem é ovo-lacto vegetariano pode incluir queijo branco. Para complementar, levar uma fruta, como maçã, pera ou banana, que é fácil de carregar. A uva pode ser colocada em um pote, para não amassar.

O que comer? Quanto comer?

O que comer e quanto comer em cada refeição? Essa é uma dúvida comum enfrentada diariamente diante do balcão da lanchonete ou do restaurante. Para ajudar, Astrid Pfeiffer sugere algumas opções de cardápio.

Café da manhã

Quem tem o ritual de sair de casa e parar no caminho para o trabalho e tomar o café da manhã, não precisa ficar restrito ao tradicional café com leite e pão francês.

Há diversas opções diferentes – e até mais variadas – para começar o dia. Uma boa alternativa é pedir vitamina de frutas, como um mix com mamão, banana e laranja – sem leite nem água.

Alguns restaurantes preparam salada de frutas – e, se tiver à disposição, vale pedir para colocar aveia ou fazer açaí com granola.

Quem não abre mão do pão francês na chapa pode fazer uma opção mais saudável escolhendo a versão integral – já disponível em algumas padarias – e deixando de lado a manteiga e o queijo.

Almoço

No almoço pode-se dividir o parto em três partes:

Vegetarianos: O que comer? Quanto comer?- Na metade do prato: A primeira coisa a fazer é servir as saladas, dando preferência para as verde-escuras, ricas em cálcio: couve, rúcula, mostarda, brócolis... Depois, colocar cenoura, tomate, alimentos ricos em vitamina A e antioxidantes. Dentro do grupo de hortaliças, pegar raízes – batata, inhame, aipim – de preferência cozidas, assadas, refogadas ou no vapor. Evitar frituras. É preciso tomar cuidado com a quantidade nesse grupo, que tem alimentos mais calóricos que verduras e legumes. Complementar com legumes cozidos – podem ser brócolis, couve-flor – que é rica em cálcio – e outras brássicas (nabo e couve), que são ótimas para o fígado. Com os legumes cozidos, a atenção é para o aspecto – quando ficam brilhando é porque estão cheios de óleo usado para refogar. A saída é escolher os que têm aparência menos oleosa.

- Em um quarto do prato: Aqui entra o chamado ‘prato quente’, com os grãos. Escolhendo arroz ou macarrão, dar preferência, sempre que possível, aos integrais. Entram também nesse grupo quinoa, trigo em grão e aveia em grão.

- No último quarto do prato: Para finalizar, as leguminosas: todos os tipos de feijões – azuki, branco – lentilha, grão de bico, ervilha.

Pós-refeição

Para complementar, incluir uma fruta, de preferência rica em vitamina C – para ajudar na absorção do ferro. A acerola é a mais rica nessa vitamina, mas como é difícil encontrá-la, vale o suco dessa fruta, limitando a meio copo após a refeição, para não atrapalhar a digestão. Outras opções são a laranja e a goiaba.

Jantar

Se a opção é um restaurante tradicional, o jantar pode seguir as recomendações do almoço, considerando as proporções dos grupos.

Prato principal em grande parte dos jantares, a pizza também se torna uma alternativa saudável com a massa integral. Alguns restaurantes já contam com opção de pizza vegetariana no cardápio. Quando não há – ou se a ideia é inovar – é possível pedir para inserir alguns ingredientes: rúcula, brócolis, abobrinha, berinjela, cogumelo, pimentão, cenoura e até tofu, quando houver.

Quando a refeição for um lanche, também se deve manter a proporção dos grupos. O pão integral entra no grupo dos grãos. No grupo das leguminosas pode ser inserido o tofu. Para os amiláceos (alimentos constituídos de amido), pedir purê de batatas ou inhame cozido, por exemplo.

Se não tiver, pode excluir esse grupo no jantar – inclusive, se o objetivo é emagrecer, o recomendado é deixar amiláceos somente para o almoço. Para complementar, inserir no lanche legumes cozidos e folhosos. Depois, vale reforçar com oleaginosas (castanhas, nozes, avelã) e uma fruta.

Pao de queijo vegana

Ingredientes

400 g de batata cozida
400 g de polvilho doce
100 g de polvilho azedo
1 xícara de água quente
1 xícara de óleo fervendo
Sal a gosto
Açafrão (opcional, caso queira deixar ele amarelinho)

Preparo

Cozinhe a batata, amasse e misture com o polvilho doce, o polvilho azedo e o sal. Misture bem. Acrescente o óleo e por último a água. Faça pequenas bolinhas e misture com manjerona, orégano ou curry (ou outros de sua preferência) e asse em forno médio (180º) por cerca de 25 minutos.

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21 Oct 2011

Onde e como utilizar a semente de linhaça


Onde e como utilizar a semente de linhaçaOs valores nutricionais dessa pequena semente, dourada ou marrom, que cresce na China, nos EUA, no Canadá, na Europa e agora no Brasil, já são bem conhecidos.

Rica em:

- proteínas;
- fibras;
- vitaminas;
- minerais.

Ela está incorporada à massa de vários pães e biscoitos. A novidade agora são os estudos que indicam a linhaça como a principal fonte de ácidos graxos do tipo ômega 3, que combatem as obstruções nas artérias, causadoras de doenças cardíacas.

"Os ômegas ajudam na construção de moléculas de hemoglobina, que carregam o oxigênio pelo sangue, e exercem uma ação antioxidante e de renovação celular".

Muitos estudos confirmam que pode ajudar a baixar os níveis de colesterol como outros alimentos que contém fibras solúveis como a aveia e a pectina contida em várias frutas. Ela contém tanto fibras solúveis como insolúveis.

As sementes podem ser utilizadas em:

- iogurtes;
- saladas;
- sucos;
- vitaminas;
- misturada à cereais;
- massas de pães;
- bolos;
- e em todos os outros alimentos.

Também pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita. Por exemplo, se uma receita pedir 1/3 xícara (chá) de óleo, use 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída, em substituição.

Uma dica muito importante: quando moída ou quebrada, a linhaça pode oxidar rapidamente por causa de sua gordura. Assim, é melhor moê-la apenas quando for utilizá-la. Depois, guarde-a no refrigerador, e deixe fora da luz.

Quanto a quantidade de calorias, 100g de semente de linhaça possuem cerca de 490 calorias. Para facilitar veja as calorias em medidas caseiras da linhaça moída:

1 colher de sopa (8g) – 39 calorias
1/4 xícara de chá (32g) – 156 calorias
1/2 xícara de chá (65g) – 318 calorias
1 xícara de chá (130g) – 637 calorias

Dieta do corpo sexy


Curvas mais perigosas